quarta-feira, 19 de agosto de 2009

This Big

Wie Weit - Apocalyptica and Marta Jandova

Minha vida está girando
Tão monótona e calma
Desenhando um círculo
Círculo da eternidade

Eu não consigo evitar a sensação
Eu fui sempre uma hóspede
O ouro desse mundo
Não vale nada
Está queimando minha pele

Quão longe eu devo ir
Para ver
Que a noite está procurando um final
Quanto eu devo dar
Para sentir
Eu sou amaldiçoada?
Eu devo me atrever?
Está tudo bem
Ou eu ainda sou amaldiçoada?

Por que eu estou triste
Porque eu estou triste quando eu tenho mais do que sempre
tive

Minha vida é solitária
Eu sou muito fraca para levantar
Agarrada a esse chão como se estivesse paralizada
O céu é muito pesado

Minhas próprias regras são minhas inimigas
Como a entorpecência em mim
E é tão difícil mudar algo
Uma guerra que eu perco

Quão longe eu devo ir
Para ver
Que a noite está procurando um final
Quanto eu devo dar
Para sentir
Eu sou amaldiçoada?
Quão forte é o desejo?
Eu estou perdendo minha coragem?
Eu devo me render?
Ou devo viver
A vida após a enxurrada?
Está tudo bem
Ou ainda sou amaldiçoada?
.............................................................
O que é a vida de aparências? É estranho como às vezes nos prendemos em coisas tão pequenas e passageiras, como nosso conceito de belo às vezes migra nessas tendências e nos olhares alheios.
Por mais incrível que pareça eu tenho aprendido grandes coisas vendo um programa chamado O Encantador de Cães. Nele, um homem chamado César Milan ajuda donos de cachorros a solucionar problemas que afligem seus cachorros. O legal é que ele pede para ver o cachorro como um cachorro mesmo, e não como uma criança ou um filho. No programa o que mais gosto é que ele diz que os cachorros não se prendem ao passado e vivem um momento de cada vez. Nosso psicológico é formado de tudo que passamos, o que vivemos e esperamos do futuro. Nossos preconceitos são formados assim. Não digo para alguém esquecer tudo que já viveu ou não existiria aprendizado, mas simplesmente para não se prender ao passado e viver o hoje, um momento de cada vez.

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